segunda-feira, 18 de julho de 2016

DREAM #2



... que experiência magnifica, ainda à poucas horas começou a jornada, já se sentia a adrenalina a correr pelas veias, o coração estava a bater tão depressa e a felicidade... ai a felicidade... essa, era enorme, acho que a única maneira de conseguirmos compreender o que realmente se sente quando se decide e está no caminho desta "loucura", é fazer o mesmo e ao iniciar a aventura abrir-se a janela, sentir a brisa do vento e gritar... Gritar o máximo que se consiga no máximo tempo
, e mesmo quando perde-se o fôlego continuas a gritar dentro de ti, ao mesmo tempo em que se sorri... Sorriso esse, bem idiota por sinal que está estampado na cara mas que reflete em pleno o sentimento de felicidade. Poderia-se pensar que era somente isso que revelaria o que se sente naquele momento mas no caso dele, não foi apenas isso que o "condenou". Além do sorriso parvo e depois da gritaria decidiu abanar a cabeça, o corpo todo(sem comprometer a sua condução) ao mesmo tempo que decide "cantar?", que voz de cântico terrível devo acrescentar, fazia isso para qualquer música que passava no transmissor... Sente-se no topo.... Ainda vamos no início da jornada e já se começava a fugir da realidade passada, avançando determinado e sem destino pelas estradas de Portugal...

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